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Decisão no processo 960/2016/TM sobre o Banco Europeu de Investimento´s alegando o não tratamento atempado de uma queixa
Quarta-Feira | 06 dezembro 2017
O processo dizia respeito à alegada incapacidade do mecanismo de apresentação de queixas do Banco Europeu de Investimento (BEI) para tratar uma queixa em tempo útil. O Provedor de Justiça inquiriu sobre a questão e considerou que o atraso se justificava devido à complexidade do objeto da queixa. Por conseguinte, o Provedor de Justiça não detetou qualquer má administração por parte do BEI.
Decisão no processo 1102/2016/JN sobre a não resposta da Comissão à correspondência e a não divulgação integral de um documento
Segunda-Feira | 16 janeiro 2017
O processo dizia respeito à falta de resposta da Comissão à correspondência do queixoso no contexto de uma auditoria financeira a nível do Estado-Membro. Na sequência da intervenção do Provedor de Justiça, a Comissão respondeu. Divulgou o documento solicitado pelo queixoso, mas expurgou alguns dados pessoais (nomes das pessoas singulares). A Provedora de Justiça considerou que a Comissão justificou corretamente a ocultação ao abrigo do Regulamento (CE) n.o 45/2001.
Decisão no processo 1771/2015/OV sobre a não seleção de uma proposta pela Representação da Comissão na Bulgária
Quarta-Feira | 16 novembro 2016
Respeito dos direitos fundamentais na execução da política de coesão da UE
Quinta-Feira | 03 dezembro 2015
Decisão da Provedora de Justiça Europeia que encerra o seu inquérito de iniciativa própria OI/8/2014/AN relativo à Comissão Europeia
Quinta-Feira | 03 dezembro 2015
O presente inquérito de iniciativa própria diz respeito à forma como a Comissão Europeia garante que os direitos fundamentais consagrados na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia são respeitados quando a política de coesão da UE é aplicada pelos Estados-Membros. Foi lançado quando a União iniciou um novo período de financiamento de sete anos, que abrange o período de 2014-2020, ao abrigo de um novo quadro jurídico.
A política de coesão da UE procura reduzir as disparidades entre os níveis de desenvolvimento das várias regiões da UE. Dada a visibilidade da União nos projetos financiados através da política de coesão – desde a melhoria dos serviços de emergência na Roménia até à remoção dos campos de minas na Croácia – o Provedor de Justiça considera que a Comissão deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para garantir o respeito pelos direitos fundamentais à medida que o dinheiro é gasto. O facto de a Comissão não ser diretamente responsável pela gestão dos fundos nunca deve ser utilizado como motivo para não agir se os direitos fundamentais tiverem sido ou correrem o risco de ser violados.
O inquérito de iniciativa própria envolveu a Comissão, provedores de justiça nacionais e representantes da sociedade civil. Com base nas suas observações, o Provedor de Justiça elaborou oito orientações para melhorar o apoio à Comissão, uma vez que esta supervisiona os Estados-Membros neste domínio.
Recusa da Comissão em dar execução a uma decisão vinculativa do Conselho de Adjudicação de Litígios relativa a um litígio relacionado com um contrato de execução de medidas de incentivo ao desenvolvimento económico da comunidade cipriota turca
Quinta-Feira | 19 novembro 2015
Decisão do Provedor de Justiça Europeu no processo 1229/2014/ZA sobre o tratamento pelo OLAF de alegações relativas à má gestão dos fundos da UE na Grécia
Quarta-Feira | 14 outubro 2015
O queixoso informou o OLAF da alegada má gestão dos fundos da UE na Grécia. O OLAF não reconheceu a correspondência do queixoso e também não o informou de quaisquer medidas que tivesse tomado e do resultado. Na sequência da intervenção do Provedor de Justiça, o OLAF reconheceu as insuficiências processuais no tratamento do caso e apresentou as suas desculpas. Também tomou medidas para evitar situações semelhantes no futuro. Por último, o OLAF informou o queixoso das medidas que tinha tomado no que diz respeito ao mérito da causa. O Provedor de Justiça concluiu que o OLAF tinha resolvido a queixa. No entanto, o Provedor de Justiça formulou uma observação adicional com vista a melhorar os procedimentos do OLAF no que diz respeito ao acompanhamento dos processos encerrados transmitidos às autoridades nacionais competentes.
Decisão da Provedora de Justiça Europeia que encerra o inquérito sobre a queixa 1205/2013/JF contra a Comissão Europeia
Segunda-Feira | 09 março 2015
O processo dizia respeito a uma empresa sueca que participou num projeto financiado pelo 7.o PQ da Comissão Europeia. Enquanto o projeto estava a ser executado, a Comissão decidiu auditar a empresa. A empresa discordou dos resultados da auditoria e, depois de a Comissão os ter confirmado, apresentou uma queixa ao Provedor de Justiça Europeu alegando falta de objetividade por parte da Comissão e incumprimento das regras aplicáveis.
O Provedor de Justiça inquiriu sobre a questão e não detetou má administração por parte da Comissão. Em especial, os resultados da auditoria relativos aos custos de mão de obra da empresa basearam-se nas informações de que a Comissão dispunha na altura pertinente. Sugeriu ao queixoso que, se dispusesse de mais elementos de prova, considerasse a possibilidade de os apresentar à Comissão para apreciação. No que se refere ao cálculo do tempo de produção da empresa, as informações fornecidas pelo autor da denúncia não se afiguravam suficientes para permitir à Comissão calcular o tempo de produção individual efectivo, em conformidade com os requisitos das regras do 7.o PQ. Consequentemente, o Provedor de Justiça encerrou o processo.
Recusa da Comissão em dar execução a uma decisão vinculativa do Conselho de Adjudicação de Litígios relativa a um litígio relacionado com um contrato de execução de medidas de incentivo ao desenvolvimento económico da comunidade cipriota turca
Terça-Feira | 17 fevereiro 2015
Decisão da Provedora de Justiça Europeia que encerra o seu inquérito de iniciativa própria OI/16/2014/NF relativo à queixa 1802/2014/NF contra o Banco Europeu de Investimento
Sexta-Feira | 28 novembro 2014
Respeito dos direitos fundamentais na execução da política de coesão da UE
Segunda-Feira | 19 maio 2014
Alegada falta de verificação do estatuto de propriedade de um edifício no norte de Chipre utilizado por um beneficiário de uma subvenção da UE para as suas atividades.
Quarta-Feira | 07 maio 2014
Decisão da Provedora de Justiça Europeia que encerra o inquérito sobre a queixa 1314/2012/CK contra a Comissão Europeia
Quarta-Feira | 07 maio 2014
Decisão no caso 443/2011/ER - Recusa injusta em aceitar um pedido de pagamento final na sequência da cessação do contrato
Quinta-Feira | 06 março 2014
O autor da queixa é uma empresa italiana. Esta, em 2008, celebrou uma convenção de subvenção com a EACI (Agência de Execução para as Pequenas e Médias Empresas) no contexto do programa comunitário Marco Polo II, destinado a desviar o tráfego de mercadorias do modo rodoviário para modos mais respeitadores do ambiente.
A ação proposta pelo queixoso dizia respeito a exportações da indústria cerâmica italiana para a Espanha, tendo-lhe sido concedida uma subvenção num montante até 4 milhões de EUR. No entanto, devido à crise económica mundial e ao declínio brusco do mercado imobiliário espanhol, a procura de transporte de produtos da indústria cerâmica da Itália para a Espanha diminuiu drasticamente depois de a convenção de subvenção ter sido assinada. Consequentemente, a EACI aceitou o pedido do queixoso para suspender a execução da ação. Em junho de 2010, uma vez que o queixoso não havia sido capaz de retomar o projeto, a agência rescindiu a convenção de subvenção e informou o queixoso de que tinha 60 dias para apresentar um relatório final e solicitar um pagamento final. O queixoso apresentou um pedido de pagamento final, no valor de 2 milhões de EUR, apenas em janeiro de 2011. Na opinião da EACI, tal ocorreu tarde demais.
Na sua queixa ao Provedor de Justiça Europeu, o queixoso alegou que a EACI agiu de forma injusta. O queixoso argumentou que o atraso na apresentação do pedido de pagamento final foi justificado pelas suas tentativas, feitas de boa‑fé, para retomar a ação e que, na ausência de um relatório final, a EACI deveria, pelo menos, ter-se baseado nos números constantes de um relatório intercalar apresentado em outubro de 2009. A EACI, na sua tomada de posição, considerou haver cumprido plenamente as disposições da convenção de subvenção.
A Provedora de Justiça recordou que a noção de boa administração é mais abrangente do que a da legalidade, tendo sublinhado que, embora a EACI não fosse legalmente obrigada a fazê-lo, a convenção de subvenção não a impedia de aceitar pedidos tardios de pagamento final. Tendo em conta que (i) a crise económica havia tido um impacto particularmente grave no projeto do queixoso e que (ii) a EACI já havia aprovado o relatório provisório apresentado em outubro de 2009, a Provedora de Justiça considerou que a decisão da Agência de rejeitar o pedido de pagamento final, por parte do queixoso, não era inteiramente justa. Assim sendo, a Provedora de Justiça apresentou uma proposta com vista a uma resolução amigável, tendo convidado a EACI a avaliar o pedido do queixoso com vista a um pagamento final de 2 milhões de EUR, tendo como base o relatório intercalar de outubro de 2009, apresentado pelo queixoso. A EACI aceitou a proposta e a Provedora de Justiça encerrou o caso.
Elegibilidade dos custos de investigação ao abrigo i) do 6.o e 7.o Programas-Quadro de Investigação e ii) do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
Terça-Feira | 19 novembro 2013
Decisão do Provedor de Justiça Europeu que encerra o inquérito sobre a queixa 2411/2011/OV contra a Comissão Europeia
Terça-Feira | 19 novembro 2013
Incumprimento do tratamento adequado dos pedidos de investigação de fraudes em matéria de subvenções
Terça-Feira | 30 julho 2013